Quando eu acordo sem enxergar um palmo na frente do presente escrever parece o abismo para mim.
E como disse alguém há algum tempo atrás "À beira de um abismo só há uma maneira de avançar: dando um passo para trás."
Ficarei ausente, indefinidamente.
quinta-feira, 24 de maio de 2007
sexta-feira, 27 de abril de 2007
Anedota de cinema [ 300 ]
Estava numa empolgação muito grande para assistir 300.E a cada momento do filme eu tinha a certeza que essa empolgação não fora em vão, a épica do ano.Fomos eu e uma amiga, que por sua cara, estava empolgadissima também, era aniversário dela, foi um bom presente.
Cabeças rolando, pernas voando, sangue jorrando.Cada vez mais alegria, cada vez mais emoção!
E toda aquela mensagem de honra, coragem e bravura me levaram a falar "Como eu queria estar nessa guerra!".Minha amiga concordou comigo"Eu também,tanto homem gostoso correndo, eu fico louca, imagine lá!"
Não precisa dizer mais nada.
Ri até "umas horas".
Cabeças rolando, pernas voando, sangue jorrando.Cada vez mais alegria, cada vez mais emoção!
E toda aquela mensagem de honra, coragem e bravura me levaram a falar "Como eu queria estar nessa guerra!".Minha amiga concordou comigo"Eu também,tanto homem gostoso correndo, eu fico louca, imagine lá!"
Não precisa dizer mais nada.
Ri até "umas horas".
quarta-feira, 18 de abril de 2007
Nada.
Sem conseguir expressar de maneira coerente o que eu penso
Prefiro dizer com certa incoerência o que não penso.
Nada.
Embora seja em mim o que me reduz,
É o que me faz crescer.
Nada.
Recheada desse insentido de ser nada mais nada menos que
Nada.
Digo tudo, sem tudo dizer.
Prefiro dizer com certa incoerência o que não penso.
Nada.
Embora seja em mim o que me reduz,
É o que me faz crescer.
Nada.
Recheada desse insentido de ser nada mais nada menos que
Nada.
Digo tudo, sem tudo dizer.
sábado, 14 de abril de 2007
Extinção de escolas
Aquele museu se transformou em lanchonete, aquela biblioteca em discoteca, aquele teatro em shopping.E a escola, em que se transformou?.
Somente quem tem um pouco de realidade em suas veias, consegue perceber que as escolas não são mais escolas.Os recreios transformaram em clubes sem piscina, o intervalo em exposição de produtos e os alunos, em objetos.
As salas de aula estão cheias não mais de estudantes porque estes não mais estudam, decoram.Eles não mais produzem, reproduzem ( seja qual for o sentido), não mais discutem, fofocam.E o professor abobalhado, embora ainda seja professor, teme seu futuro.
Bolinha de papel voa, enquanto Hitler cai, bilhetinhos correm enquanto a democracia surge, fofoca nasce enquanto lá no Japão, Hiroshima some.É assim que a história da humanidade é ensinada, é assim que o futuro é produzido.
Seria ingenuidade acreditar que no passado todos eram bons alunos e almejavam o conhecimento, todas aquelas histórias de palmatória não eram invenções.Porém, querendo ou não o estudante entendia que era importante estudar, para transformar , mudar.Nesta era de liberdade, tudo que se produziu culturalmente foi uma grande interrogação sobre o futuro.
Hoje é possivel ouvir claramente e sem pestanejar " yes escola/ no aulas"( para que eles acham que existe escola, defile?), ou aquele aquele destemido "não estudei nada, eu nao ia perder aquela festa".Toda essa liberdade custa caro.Aprender, estudar, conhecer nunca foi muito fácil, nem para o pai, nem para o avô, nem para o filho, mas sempre foi uma ponte para a evolução.
Não basta aprender tem que haver a vontade.Pode-se pensar em andar mas só se consegue se houver o desejo de andar.É por isso que as escolas, não só como os animais estão em extinção.Embora possa haver todo conhecimento em uma escola, ela só se torna uma quando se há em seus membros a vontade de adquirir conhecimento.
E percebe-se que este desejo está desaparecendo.Pois é certo tal sentimento sempre foi uma caracteristica animal, e é exatamente o que os humanos estão deixando de ser.Objeto, robô, produto.Serão essas as profissões do futuro?
Somente quem tem um pouco de realidade em suas veias, consegue perceber que as escolas não são mais escolas.Os recreios transformaram em clubes sem piscina, o intervalo em exposição de produtos e os alunos, em objetos.
As salas de aula estão cheias não mais de estudantes porque estes não mais estudam, decoram.Eles não mais produzem, reproduzem ( seja qual for o sentido), não mais discutem, fofocam.E o professor abobalhado, embora ainda seja professor, teme seu futuro.
Bolinha de papel voa, enquanto Hitler cai, bilhetinhos correm enquanto a democracia surge, fofoca nasce enquanto lá no Japão, Hiroshima some.É assim que a história da humanidade é ensinada, é assim que o futuro é produzido.
Seria ingenuidade acreditar que no passado todos eram bons alunos e almejavam o conhecimento, todas aquelas histórias de palmatória não eram invenções.Porém, querendo ou não o estudante entendia que era importante estudar, para transformar , mudar.Nesta era de liberdade, tudo que se produziu culturalmente foi uma grande interrogação sobre o futuro.
Hoje é possivel ouvir claramente e sem pestanejar " yes escola/ no aulas"( para que eles acham que existe escola, defile?), ou aquele aquele destemido "não estudei nada, eu nao ia perder aquela festa".Toda essa liberdade custa caro.Aprender, estudar, conhecer nunca foi muito fácil, nem para o pai, nem para o avô, nem para o filho, mas sempre foi uma ponte para a evolução.
Não basta aprender tem que haver a vontade.Pode-se pensar em andar mas só se consegue se houver o desejo de andar.É por isso que as escolas, não só como os animais estão em extinção.Embora possa haver todo conhecimento em uma escola, ela só se torna uma quando se há em seus membros a vontade de adquirir conhecimento.
E percebe-se que este desejo está desaparecendo.Pois é certo tal sentimento sempre foi uma caracteristica animal, e é exatamente o que os humanos estão deixando de ser.Objeto, robô, produto.Serão essas as profissões do futuro?
terça-feira, 3 de abril de 2007
Incapacidade de ser capaz.
Lendo textos ali ,outros acolá, tenho a surpreendente (como eu queria que fosse ) certeza da minha incapacidade para escrever com alguma graça e harmonia, levando o leitor a dançar nas palavras do texto.Sim, é isso que eu venho encontrando por aí, não só nos meus escritores prediletos, mas em muitos textos de pessoas (in)geniais e (a)normais circulando por aí pela internet.
Tal constatação no mínimo me deixa com a auto-estima espancada.Toda capacidade de sarcasmo nas minhas interpretações diárias ( dizem que eu tenho dom para a atuação, se é verdade, pouco importa) não conseguem ir para as letras. Palavras e sacarmo na minha mente são pólos iguais, logo, nunca estão juntos.
Dizem que o primeiro passo é ver o erro, na verdade, isso não é primeiro nem o último passo para mim.Eu sempre tive a formidável capacidade deixar pra lá o que eu posso fazer agora.E nesse caso talvez por medo de realmente não conseguir melhorar, e continuar incapaz eu tenho estado nessa situação de parasita e abdicado temporariamente minha busca pelo aperfeiçoamento da escrita.
Lendo muito pouco e falado muita coisa que pouco importa.Assim tem se passado o tempo que eu vou me arrepender de um dia não ter aproveitado para realizar meu sonho.O de escrever bem.
E não sei se por covardia, ainda penso se é melhor não tentar e saber que eu poderia um dia conseguir ou se tentar e saber que nunca poderei escrever de forma mais ou menos interessante.
Tal constatação no mínimo me deixa com a auto-estima espancada.Toda capacidade de sarcasmo nas minhas interpretações diárias ( dizem que eu tenho dom para a atuação, se é verdade, pouco importa) não conseguem ir para as letras. Palavras e sacarmo na minha mente são pólos iguais, logo, nunca estão juntos.
Dizem que o primeiro passo é ver o erro, na verdade, isso não é primeiro nem o último passo para mim.Eu sempre tive a formidável capacidade deixar pra lá o que eu posso fazer agora.E nesse caso talvez por medo de realmente não conseguir melhorar, e continuar incapaz eu tenho estado nessa situação de parasita e abdicado temporariamente minha busca pelo aperfeiçoamento da escrita.
Lendo muito pouco e falado muita coisa que pouco importa.Assim tem se passado o tempo que eu vou me arrepender de um dia não ter aproveitado para realizar meu sonho.O de escrever bem.
E não sei se por covardia, ainda penso se é melhor não tentar e saber que eu poderia um dia conseguir ou se tentar e saber que nunca poderei escrever de forma mais ou menos interessante.
terça-feira, 27 de março de 2007
Terra: Um paraíso destruido
Andei observando todos meus comentários sobre o homem, e não consegui ler nada que o elogie.Certamente o homem não tem só defeitos, existem muitos humanos notáveis, os que eu conheço infelizmente são muito poucos, e talvez por isso eu não ande falando da beleza do ser humano.
O homem por natureza é esplêndido, ele tem algo que nenhum outro animal tem: a capacidade de construir seu futuro, de imaginar, de sonhar e de no fim conseguir construir a sua história.E é por isso que eu embora muitas vezes , envergonhada, desejei ser outro animal nunca realmente quis sê-lo.
Eu sou apaixonada por tudo que me faz ser humana.Não enxergando por lentes cor-de-rosa acredito que sem a espécie humana poderia o Mundo durar mais bilhares de anos, poderia a natureza permanecer pura e magnífica por muito e muito tempo.Mas se
que sem o humano essa beleza não conseguiria ser contemplada, sentida, ouvida, entendida ( ou pelo menos é o que se tenta).Sem o humano, a Terra seria o que entendemos por Paraíso.Mas o que adianta um paraíso se ninguém consegue senti-lo e ver o quão maravilhoso ele é?
O homem por natureza é esplêndido, ele tem algo que nenhum outro animal tem: a capacidade de construir seu futuro, de imaginar, de sonhar e de no fim conseguir construir a sua história.E é por isso que eu embora muitas vezes , envergonhada, desejei ser outro animal nunca realmente quis sê-lo.
Eu sou apaixonada por tudo que me faz ser humana.Não enxergando por lentes cor-de-rosa acredito que sem a espécie humana poderia o Mundo durar mais bilhares de anos, poderia a natureza permanecer pura e magnífica por muito e muito tempo.Mas se
que sem o humano essa beleza não conseguiria ser contemplada, sentida, ouvida, entendida ( ou pelo menos é o que se tenta).Sem o humano, a Terra seria o que entendemos por Paraíso.Mas o que adianta um paraíso se ninguém consegue senti-lo e ver o quão maravilhoso ele é?
quinta-feira, 22 de março de 2007
A praga humana.
Hoje vendo Matrix( não sendo a primeira vez ) algo me fez refletir novamente.Em certa parte do filme "Smith" fala algo como : eu andei observando o homem, ele não é um mamífero, ele é diferente pois todo o mamífero tenta se adequar ao meio ambiente, e o homem destroi , é nômade , ele vive em um certo lugar e quando o explora completamente vai a outro.E só há uma coisa que se assemelhe a isso: um vírus.
Que o homem é o "cancêr do planeta" eu já ouvi falar, mas eu nunca tinha pensado nessa parte de " não se adequar ao meio ambiente ", é verdade, nós o modificamos da forma que desejamos( afinal, somos semi-deuses ) e quando estragamos procuramos outro lugar que atenda nossas necessidades.Essa caracteristica nos tiraria da classificação de animal, e nos poria na ordem de praga.
Isso não me surpreende, somente me deixa mais pessimista com relação aos outros animais.Esses, estão se misturando com os porcos e estão comendo farelo , eles estão na cesta em que há laranja podre, eles estão nadando de barriga em rio de piranha.E para isso infelizmente não há remédio.
Que o homem é o "cancêr do planeta" eu já ouvi falar, mas eu nunca tinha pensado nessa parte de " não se adequar ao meio ambiente ", é verdade, nós o modificamos da forma que desejamos( afinal, somos semi-deuses ) e quando estragamos procuramos outro lugar que atenda nossas necessidades.Essa caracteristica nos tiraria da classificação de animal, e nos poria na ordem de praga.
Isso não me surpreende, somente me deixa mais pessimista com relação aos outros animais.Esses, estão se misturando com os porcos e estão comendo farelo , eles estão na cesta em que há laranja podre, eles estão nadando de barriga em rio de piranha.E para isso infelizmente não há remédio.
quinta-feira, 8 de março de 2007
Indignada?
Hoje na aula a professora de Geografia falou " temos que regastar nossa capacidade de se indignar".Na verdade eu sempre achei que se indignar não fosse lá muito importante por isso eu fiquei pensando o por quê dela achar o contrário.
Quando ficava pasma com algum acontecimento eu me sentia mais boba, idiota, ingênua,e de certa forma o sou por achar que tudo o que eu sentia era ruim.
Me lembro de uma certa vez que eu estava vendo na televisão alguma atrocidade que tinha ocorrido, fiquei horrorizada e meu irmão falou : não se preocupe, daqui a pouco passa.Isso me chocou mais do que qualquer atrocidade.E eu preferi não mais me horrorizar, era melhor eu não sentir nada a sentir e não fazer nada para mudar aquilo.
Mas hoje eu percebi que indignação é a única coisa que pode me fazer querer mudar isso tudo, se o espanto for embora de mim, o que me restará será apenas o que eu desejo expurgar de todo o meu ser : o comodismo.
Vergonha eu terei em não conseguir sentir nada ao ver crianças pedindo comida.É a banalização que tem me cegado, é como uma catarata.Eu preciso fazer uma cirurgia para tirá-la.E o meu bisturi será a indignação.
Quando ficava pasma com algum acontecimento eu me sentia mais boba, idiota, ingênua,e de certa forma o sou por achar que tudo o que eu sentia era ruim.
Me lembro de uma certa vez que eu estava vendo na televisão alguma atrocidade que tinha ocorrido, fiquei horrorizada e meu irmão falou : não se preocupe, daqui a pouco passa.Isso me chocou mais do que qualquer atrocidade.E eu preferi não mais me horrorizar, era melhor eu não sentir nada a sentir e não fazer nada para mudar aquilo.
Mas hoje eu percebi que indignação é a única coisa que pode me fazer querer mudar isso tudo, se o espanto for embora de mim, o que me restará será apenas o que eu desejo expurgar de todo o meu ser : o comodismo.
Vergonha eu terei em não conseguir sentir nada ao ver crianças pedindo comida.É a banalização que tem me cegado, é como uma catarata.Eu preciso fazer uma cirurgia para tirá-la.E o meu bisturi será a indignação.
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007
Cadê meus sonhos?
Como eu posso ver sentido em tudo e perceber que não existe sentido em nada?
Um dia eu quero tanto no outro, o quero virou tão pouco.
Acordo com os sonhos do tamanho do mundo e durmo com os sonhos do tamanho do nada.
Um dia eu quero tanto no outro, o quero virou tão pouco.
Acordo com os sonhos do tamanho do mundo e durmo com os sonhos do tamanho do nada.
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007
Sobre Ócio e Formigas
É incrível como só começo a desejar fazer algo nas férias quando ela está acabando.E é mais incrível que eu deseje fazer algo que ainda não sei.Mas seria surpreendente se não fosse mais incrível ainda saber que eu fico feliz em não saber o que eu desejo fazer.Fui clara?
Em todas as férias da minha vida, eu sempre odiei o tédio, a falta do que fazer e os pensamentos livres.Eu combatia eles como se combate formigas.Você pode matar todas elas mas no outro dia elas sempre voltam.O meu mata formigas nos últimos anos foi o computador e livros, na maioria das vezes.Eficientes por sinal.
Eu sempre convivi mal com o ócio, porém esses últimos dias eu comecei a gostar dele, a ter prazer em passar minhas tardes ao lado dele, eu percebi que conviver com as formigas não é tão ruim assim.Eu aprendo com elas, olho o modo de vida delas e penso no meu, quando eu usava o mata formigas eu não tinha a chance de ver a beleza delas.
Você está me acompanhando?
E com o fim das férias eu sinto que tenho que fazer algo mais do que ficar olhando as formigas ou matando-as, eu gosto de olha-las no entanto sinto que meus dias de observadora estão no fim.
E que estando no fim eu preciso fazer algo mais do que observar, eu aprendi com elas e preciso por em prática o meu conhecimento.Mas como?Aí está o grande problema.
Em todas as férias da minha vida, eu sempre odiei o tédio, a falta do que fazer e os pensamentos livres.Eu combatia eles como se combate formigas.Você pode matar todas elas mas no outro dia elas sempre voltam.O meu mata formigas nos últimos anos foi o computador e livros, na maioria das vezes.Eficientes por sinal.
Eu sempre convivi mal com o ócio, porém esses últimos dias eu comecei a gostar dele, a ter prazer em passar minhas tardes ao lado dele, eu percebi que conviver com as formigas não é tão ruim assim.Eu aprendo com elas, olho o modo de vida delas e penso no meu, quando eu usava o mata formigas eu não tinha a chance de ver a beleza delas.
Você está me acompanhando?
E com o fim das férias eu sinto que tenho que fazer algo mais do que ficar olhando as formigas ou matando-as, eu gosto de olha-las no entanto sinto que meus dias de observadora estão no fim.
E que estando no fim eu preciso fazer algo mais do que observar, eu aprendi com elas e preciso por em prática o meu conhecimento.Mas como?Aí está o grande problema.
Eu nunca fui boa em ter idéias, e no fim eu já não tenho tempo pra pensar (mais uma das minhas desculpas) , as férias estão acabando o que me resta é passar meus últimos dias com as formigas e com o inseticida.Se é comodidade? Sim , por que não? É o mais fácil.O humano sempre está procurando o mais fácil, eu não sou diferente.
segunda-feira, 29 de janeiro de 2007
Bípede Inviável
Hoje, vendo Apocalypto eu tive uma conclusão: o homem é mesmo um bípede inviável.
Não é somente hoje que se mata por poder, não é somente hoje que se mata por vingança,que se mata por prazer.Desde o início da humanidade sempre foi assim, você mata pra conquistar território, mata pra se vingar ( que coisa mais humana não? ), mata por prazer.
Eu fico tentando encontrar um animal que não lute o necessário apenas pra assegurar sua vida e de outros do bando, que goste de ver o sofrimento da própria espécie, que aprisione o seu próprio semelhante e também outros animais, e só me vem o humano na cabeça.
Aposto que é impossível achar um cachorro gostar de ver rinhas ,ou de ver um galinha apostando no seu companheiro em uma briga de galos.Só o homem vai ao cinema ver os primórdios da sua espécie se aniquilando.Só o homem tem prazer em ver seu oposto se batendo, se matando( ou vai dizer que você não gosta de filmes de ação?).
Então fico me perguntando : o que os animais têm que o homem não têm? O homem rouba a liberdade deles , o habitat, o alimento , mas não consegue roubar o mais importante? A animalidade.
Sim, animalidade, o homem esqueceu que ele tem isso e só ficou com a humanidade, que no dicionário tem o significado de : benevolência, amor ao próximo.Mas na minha cabeça e na de muitos outros que são assassinados, estuprados , esquartejados, torturados.Humanidade é o que resta de animal no homem.Por isso eu digo,por que não roubam a animalidade? O ser humano é tão bom em furtar.Talvez não seja um bom negócio
E eu como um bípede inviável vou ao cinema ver meu semelhante se aniquilando, lutando pra não perder, em meio a esse mundo, a pouca animalidade que me resta.
Não é somente hoje que se mata por poder, não é somente hoje que se mata por vingança,que se mata por prazer.Desde o início da humanidade sempre foi assim, você mata pra conquistar território, mata pra se vingar ( que coisa mais humana não? ), mata por prazer.
Eu fico tentando encontrar um animal que não lute o necessário apenas pra assegurar sua vida e de outros do bando, que goste de ver o sofrimento da própria espécie, que aprisione o seu próprio semelhante e também outros animais, e só me vem o humano na cabeça.
Aposto que é impossível achar um cachorro gostar de ver rinhas ,ou de ver um galinha apostando no seu companheiro em uma briga de galos.Só o homem vai ao cinema ver os primórdios da sua espécie se aniquilando.Só o homem tem prazer em ver seu oposto se batendo, se matando( ou vai dizer que você não gosta de filmes de ação?).
Então fico me perguntando : o que os animais têm que o homem não têm? O homem rouba a liberdade deles , o habitat, o alimento , mas não consegue roubar o mais importante? A animalidade.
Sim, animalidade, o homem esqueceu que ele tem isso e só ficou com a humanidade, que no dicionário tem o significado de : benevolência, amor ao próximo.Mas na minha cabeça e na de muitos outros que são assassinados, estuprados , esquartejados, torturados.Humanidade é o que resta de animal no homem.Por isso eu digo,por que não roubam a animalidade? O ser humano é tão bom em furtar.Talvez não seja um bom negócio
E eu como um bípede inviável vou ao cinema ver meu semelhante se aniquilando, lutando pra não perder, em meio a esse mundo, a pouca animalidade que me resta.
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